Abril
Dia 14 (Aula - 1) – Apresentação e construção coletiva do curso
a) Apresentação da professora;
b) Apresentação dos alunos e das alunas;
c) Solicitar aos alunos e as alunas que levantem temas e questões que gostariam de estudar no curso. Este levantamento foi realizado individualmente, socializado para a toda a sala e sistematizado pela professora.
Dia 21 – Feriado (Tiradentes) Não haverá aula
Dia 28 (Aula - 2) – Quem somos nós? O que queremos estudar?
a) Apresentação e discussão da sistematização de quem são os estudantes da turma
do curso ( idade, gênero, étnico-racial e políticas educacionais que vivenciaram).
b) Solicitar aos alunos e as alunas que levantem temas e questões que gostariam de estudar no curso. Este levantamento foi realizado individualmente, socializado para toda a turma e sistematizado pela professora;
c) Selecionar com a turma um filme para ser assistido na próxima aula: Nenhum a Menos
Maio
Dia 05 (Aula - 3) - Apresentação e debate de um filme:“Nenhum a Menos”
Sinopse. Filme singelo, dirigido por Zhang Yimou com uma câmera sutil, em estilo apenas parcialmente ficcional, “Nenhum a Menos” revela as condições da educação na zona rural chinesa. O diretor flagra uma escola primária em estado precário, na remota aldeia de Shuiquan, na qual os recursos são tão reduzidos que seu titular, Gao, é obrigado a reservar um giz para cada dia letivo.
Quando sua mãe adoece, o professor é obrigado a se retirar por algum tempo, com o objetivo de visitá-la, pois está à beira da morte. O prefeito da pequena localidade, porém, não consegue encontrar um substituto que aceite trabalhar nestas condições. Só lhe resta contratar a única voluntária, Wei Minzhi, de apenas 13 anos, que mal tem recursos intelectuais para transmitir aos alunos. Na verdade, ela mesma só cursou o primário. A garota deverá permanecer por um mês na escola, a qual será também sua morada temporária, compartilhada com mais alguns estudantes.
Embora desprovida de qualquer experiência, ela revela ter, apesar de sua aparente timidez crônica, uma persistência e uma fibra surpreendentes. Mais que lhe orientar quanto ao que deve passar de conteúdo para seus alunos, o Professor Gao lhe reserva uma árdua missão. Preocupado com a constante evasão escolar, ele lhe recomenda que mantenha todos os estudantes na escola, e não deixe nenhum partir.
Obcecada com esta ideia, ela faz tudo para impedir que uma de suas alunas, talentosa atleta, seja levada para a cidade, onde treinará para aperfeiçoar seu dom. Impotente diante desta realidade, ela não permitirá que nenhum outro estudante parta da pequena escola. A realidade, porém, transcende seus modestos planos, e ameaça retirar de sua pequena comunidade mais um aluno.
Órfão de pai, integrante de uma família muito pobre, repleta de dívidas, o pequeno Zhang Huike é obrigado a deixar a escola e ir para a cidade trabalhar. Inconformada, a professora parte em busca de seu aluno; impedida de embarcar como clandestina em um ônibus, ela segue a pé sua jornada repleta de emoções e desafios.
À vida na escola rural, em que os alunos são obrigados a copiar o que a garota escreve na lousa, inconsciente de seu significado, sem condições de explicar seu conteúdo, é contraposta a vida urbana, a qual se revela cruel aos marginalizados, aos desprovidos de recursos financeiros.
Este filme, protagonizado por atores amadores, com as falas, principalmente as infantis, improvisadas, realça o realismo do enredo, que muitas vezes é a perfeita tradução da própria existência dos intérpretes. O resultado é tão criativo, rico e transbordante de emoção, que a obra conquistou o prêmio de melhor filme do Festival de Veneza de 1999. Aliás, o segundo do diretor, que já havia conquistado o Leão de Ouro por sua criação anterior, A História de Qiu Ju.
Nenhum a Menos. Direção: Zhang Yimou. China, 1999, 106 minutos. Elenco: Wei Minzhi, Zhang Huike, Tian Zhenda, Gao Enman, Sun Zhimei.
Bibliografia
BAUER, Carlos. Nenhum a menos: princípios educativos na filmografia chiensa! Revista Espaço Acadêmico. No. 101, outubro 2009, Dossiê 60 Anos da Revolução Chinesa.
(http://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/index)
KRACKE, Lucia Villela. Perspectivas ocidentais sobre um filme do Oriente: Nenhum a menos.Comunicação & educação• Ano XI • Número 1 • jan/abr 2006
(http://revistas.univerciencia.org/index.php/comeduc/article/viewFile/6943/6258)
Atividade: Elaborar 3 ideias interessantes a partir do filme ou do texto. (Atividade individual 1);
Dia 12 (Aula - 4) – Apresentação do Programa do Curso
HILSDORF, M.L. História da Educação Brasileira: leituras. São Paulo: Thomson, 2003.
FREITAS, Marcos Cézar de; BICCAS, Maurilane de S. História Social da Educação Brasileira (1926-1996). São Paulo: Cortez, 2009. (Biblioteca Básica da História da Educação Brasileira)
b) Estrutura de cada unidade: aula histórica, temas atuais, filmes, documentários,
ideias interessantes.
c) Avaliação do curso: entregar (3) ideias interessantes de cinco textos que compõem as duas unidades do curso.
Unidade I - O lugar da escola na sociedade brasileira.
Temáticas: história da escola pública brasileira (escola nova; reformas educacionais dos anos de 1920 e 1930; educação no Estado Novo – reforma Capanema; ensino religioso; educação pública e privada; LDB 1961 e o vestibular; movimento de educação popular, alfabetização de jovens e adultos e Paulo Freire; educação na ditadura militar Lei 5692/71; reformas do governo lula ensino; escola sem partido; BNCC, inclusão, educação infantil; educação étnico racial e ações afirmativas Lei 10.639).
Tema 1 – Educação da Colônia e no Império
Bibliografia:
a) FARIA FILHO, Luciano Mendes de; VIDAL, Gonçalves Diana. Os tempos e os espaços escolares no processo de institucionalização da escola primária no Brasil. Revista Brasileira de Educação, Mai/Jun/Jul/Ago 2000 Nº 14. http://www.scielo.br/pdf/rbedu/n14/n14a03
b) Vídeo: Os Primeiros Tempos: A Educação pelos Jesuítas
A Univesp TV foi a Portugal investigar o caminho feito pelos jesuítas que vieram para as novas terras da coroa portuguesa logo no início da colonização. Com eles começou a educação no Brasil. Mas foi mesmo isso que eles vieram fazer aqui? Como eram os famosos colégios que os jesuítas fundaram por toda colônia? Os índios frequentavam esses colégios?
https://www.youtube.com/watch?v=ic28PaXiM14
c) Filme: Desmundo
É um filme brasileiro de 2003, dirigido por Alain Fresnot. O roteiro, adaptação do livro Desmundo, de Ana Miranda, é de Sabina Anzuategui, Anna Muylaert e do próprio diretor. A direção de fotografia é de Pedro Farkas, a trilha sonora, de John Neschling, a edição e distribuição é da Columbia Pictures do Brasil. Todo o elenco teve que aprender o português arcaico, tanto que o filme é apresentado com legendas para ajudar na compreensão.
É uma viagem no tempo, voltamos ao Brasil do Século XVI. Portanto, tudo acontece nas primeiras décadas da colonização brasileira, momento em que a Igreija solicita a Portugal que envie a colônia lotes de órfãs brancas dispostas a se casar com os colonos. A intenção é aplcar os hormônios dos portugueses, impedindo assim que eles se miscigenem com as índias do lugar. É neste contexto que o roteiro, baseado no livro de Ana Miranda, centraliza sua força narrativa da personagem de Orisbela (Simone Spoladore), uma jovem órfã portuguesa que se rebela contra o casamento que lhe foi arranjado. Passado o primeiro momento de rebeldia - uma cusparada no rosto do pretendente - resta a Orisbela apenas duas tristes opções: morrer sozinha numa terra selvagem, ou casar-se com qualquer um. Ela opta pelo segundo caminho. E cabe a Francisco (Osmar Parado) vivenciar este "qualquer um". De poucas palavras, poucos amigos e longe de qualquer tipo de refinamento, Francisco vive como um animal. Sua relação com Orisbela será de posse e a dela com ele será de eterna luta pela liberdade. Desse casal tão improvável nascerá um país mais improvável ainda. Um Brasil bruto, literalmente mal educado. Bastardo. E toda esta saga sobre o nascimento de uma nação ao sul do Equador é contada com maestria pelo diretor Alain Fresnot.
- Ensino Lancasteriano https://historiadaeducacaobrasileira.wordpress.com/ensino-mutuo-ou-metodo-lancasteriano/
- Modelos de Organização escolar https://historiadaeducacaobrasileira.wordpress.com/modelos-de-organizacao-escolar/
Atividade: Elaborar 3 ideias interessantes a partir do filme, do vídeo ou do texto. (Atividade individual 2);
Dia 19 (Aula – 5) – Tema 2 – Educação na República: A escola Nova e as reformas educacionais dos anos de 1920-1930
Bibliografia
a)CARVALHO, Marta Maria Chagas. Notas para reavaliação do movimento educacional brasileiro (1920-1930). Cadernos de Pesquisa Fundação Carlos Chagas, n. 66, 1988. http://publicacoes.fcc.org.br/ojs/index.php/cp/article/view/1201/1207
b)RIBEIRO, Paulo Rennes Marçal. História da educação escolar no Brasil: notas para uma reflexão. Paidéia (Ribeirão Preto) no.4 Ribeirão Preto Feb./July 1993
https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-863X1993000100003&script=sci_arttext
c) Vídeo: Lourenço Filho, Anísio Teixeira e Fernando de Azevedo Por Diana Vidal. https://www.youtube.com/watch?time_continue=1578&v=Up6x4qO0qdI&feature=emb_title
Atividade: Elaborar 3 ideias interessantes retiradas do texto ou do vídeo. (Atividade individual 3);
Dia 26 (Aula 6) – Tema 3 -Educação no Estado Novo e a Reforma Capanema
Bibliografia:
a) FILHO, João Cardoso Palma. A Educação Brasileira no Período de 1930 a 1960: a Era Vargas. UNIVESP-SP
https://acervodigital.unesp.br/bitstream/123456789/107/3/01d06t05.pdf
b) BOMENY, Helena M. B. Três decretos e um ministério: a propósito da educação no Estado Novo . In.: PANDOLFI, Dulce (Org.) Repensando o Estado Novo. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, 1999. P-137-166.
http://cpdoc.fgv.br/producao_intelectual/arq/142.pdf#page=129
c) HORTA, José Silvério Baia. Gustavo Capanema. Recife: Fundação Joaquim Nabuco, Editora Massangana, 2010. http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me4702.pdf
d) Vídeo: A Educação na Era Vargas: rupturas e continuidades
https://www.youtube.com/watch?v=x-_cF6IHvAA
Atividade: Elaborar 3 ideias interessantes retiradas do texto. (Atividade individual 4);
Junho
Dia 02 (Aula 7) – Tema 4 – Paulo Freire um educador Brasileiro
Bibliografia:
a) FREITAS, Marcos Cézar de; BICCAS, Maurilane de S. História Social da Educação Brasileira (1926-1996). São Paulo: Cortez, 2009. P-211-247. (Biblioteca Básica da História da Educação Brasileira) Este texto será enviado por email.
b) FREIRE, Paulo. Educação o sonho possível. In.: BRANDÃO, Carlos R. Educador Vida e Morte: escritos sobre uma espécie em perigo. P.4-10. http://www.acervo.paulofreire.org/handle/7891/1460
c) Documentário: Biografia do Paulo
Freire. https://www.youtube.com/watch?v=jzUgb75GgpE&t=998s
d) No site https://cpers.com.br/paulo-freire-17-livros-para-baixar-em-pdf/ é possível baixar 17 obras de Paulo Freire.
Atividade: Realizar as atividades do texto ou elaborar 3 aspectos importantes da biografia do Paulo Freire ou do documentário
(Atividade individual 5)
Dia 09 (Aula 8) – Tema 5 – Paulo Freire e a Educação de Jovens e Adultos
1) ARROYO, Miguel G. Paulo Freire: outro paradigma? Paulo Freire: outro paradigma pedagógico? Educação em Revista. Belo Horizonte. Dossiê - Paulo Freire: O Legado Global. v.35. 2019 https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-46982019000100202&script=sci_abstract&tlng=fr
2) SOARES, Leôncio José Gomes; PEDROSO, Ana Paula Ferreira. Dialogicidade e a formação de educadores na eja: as contribuições de Paulo Freire. Educação Temática Digital. Campinas, SP. v.15. n. 2. p.250-263. maio/ago. 2013. https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/etd/article/view/1281
3) Filme Narradores de Javé. É um filme brasileiro em coprodução com a França de 2003, do gênero drama, dirigido por Eliane Caffé
Sinopse
A pequena cidade Javé será submersa pelas águas de uma represa. Seus moradores não serão indenizados e não foram sequer notificados porque não possuem registros nem documentos das terras. Inconformados, descobrem que o local poderia ser preservado se tivesse um patrimônio histórico de valor comprovado em "documento científico". Decidem então escrever a história da cidade, mas poucos sabem ler e só um morador, o carteiro, sabe escrever. Depois disso, o que se vê é uma tremenda confusão, pois todos procuram Antônio Biá, o escrivão da obra de cunho histórico, para acrescentar algumas linhas e ter o seu nome citado.
Atividade: Realizar as atividades do texto ou elaborar 3 aspectos importantes da biografia do Paulo Freire ou do documentário. (Atividade individual 6)
Dia 16 - (Aula 9) – Tema 6 – Paulo Freire e a educação na ditadura militar
a)BOUTIN, Aldamira Catarina Brito Delabona; CAMARGO, Carla Roseane Sales. A Educação na ditadura militar e as estratégias reformistas em favor do capital. EDUCERE, outubro de 2015. https://educere.bruc.com.br/arquivo/pdf2015/18721_8156.pdf
b)CUNHA, Luiz Antonio. O legado da ditadura para a educação brasileira. Educação e Sociedade. Campinas, v. 35, n. 127, p. 357-377, abr.-jun. 2014.
https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S010173302014000200002&script=sci_arttext&tlng=pt
c) FREITAS, Marcos Cézar de; BICCAS, Maurilane de S. História Social da Educação Brasileira (1926-1996). São Paulo: Cortez, 2009. P-247-263. (Biblioteca Básica da História da Educação Brasileira)
d) Documentário: 1964 - O Golpe – é a primeira reportagem da série 1964 e trata do golpe civil militar propriamente dito com a ajuda de pesquisadores Jorge Ferreira (UFF), Carlos Fico (UFRJ), Luiz Moniz Bandeira (Universidade de Heidelberg) e João Roberto Martins Filho (UFSCAR), a UNIVESP TV conta como foram os meses finais do governo João Goulart (1961-1964), culminando na deposição que levou o país a uma ditadura de 21 anos. Qual Brasil coube Goulart governar? Quais foram os fatos que levaram ao golpe? Por que o presidente não resistiu? Essas são as perguntas que a reportagem tenta responder. https://www.youtube.com/watch?v=EVwlepPYp_o
e) Vídeo do Canal da Resistência – Bate papo de Paulo Freire com Lula
Uma das principais referências da educação brasileira, amplamente discutido e estudado na área acadêmica, é o educador, pedagogo e filósofo Paulo Reglus Neves Freire. Paulo Freire nasceu em Recife, no ano de 1921, e faleceu na cidade de São Paulo, em 1997. Seu nome tornou-se notório tanto no âmbito nacional quanto internacional por suas pesquisas no campo da alfabetização. Acompanhe este artigo e confira algumas das contribuições de Paulo Freire para a educação. Método Paulo Freire Método aplicado pela primeira vez na região de Angicos (RN) em 1963, Paulo Freire buscou, através do seu conhecimento e sensibilidade, alfabetizar e politizar os povos daquele lugar. O contexto histórico daquela região era marcado por trabalhadores rurais, domésticas, pedreiros, entre outros trabalhadores que acreditavam na importância de aprender a ler para “mudar de vida”, como foi documentado no livro de Carlos Lyra “As quarentas horas de Angico. Segundo registros, cerca de 300 pessoas foram alfabetizadas em 40 horas. Tal façanha é o feito mais marcante de Paulo Freire no campo da pedagogia, tendo por metodologia a escolha de “palavras geradoras”, comuns no vocabulário local como, por exemplo, cimento, tijolo, vassoura, enxada, terra, colheita, entre outras. O método usava essas palavras e, a partir da decodificação fonética dessas palavras, iam se construindo e associando novas palavras, aumentando assim o repertório dos alunos. Pensamento pedagógico político Paulo Freire defendia que a desigualdade entres as classes sociais acarretava na opressão das classes mais abastadas sobre as classes populares. Nascido em uma das regiões mais pobres do país, ele experimentara essa realidade. Em sua trajetória, defendeu o ensino como forma de despertar a criticidade do aluno, fazendo com que o mesmo buscasse a ampliação de sua consciência social e conseguisse atingir à autonomia Seus pensamentos fizeram com que Paulo Freire fosse visto como subversivo durante a Ditadura Militar e, como consequência, foi exilado e só pode voltar ao país após 16 anos. Esse teórico era assumidamente defensor de que a educação deveria ser prática de liberdade, sendo inclusive esse o título um de seus livros mais importantes, “Educação como prática da liberdade” que foi escrito enquanto ele estava exilado.
https://www.youtube.com/watch?v=1cKOJfQnl_Y
Atividade: Elaborar 3 ideias interessantes retiradas do texto ou do documentário. (Atividade individual 7)
Dia 23 (Aula 10) - Tema 7 – Paulo Freire e a Escola Sem Partido
a)RAMOS, Moacyr Salles; SANTORO, Ana Cecília dos Santos. Pensamento Freireano em Tempos de Escola Sem Partido. Interação. V. 42, n.1, 2017 (Dossiê). https://www.revistas.ufg.br/interacao/article/view/44076
b) OLIVEIRA, Heli Sabino de; MARIZ, Débora. Movimento Escola Sem Partido: uma leitura à luz de Paulo Freire. Educação. Santa Maria. v. 44. 2019. https://periodicos.ufsm.br/reveducacao/article/view/32996/pdf
c)http://www4.fe.usp.br/escola-sem-partido - Vídeo FEUSP - Escola sem Partido
d) KATZ,Elvis Patrik; MUTZ, Andresa Silva da Costa. Escola sem partido: produção de sentidos e disputas em torno do papel da escola pública no Brasil. ETD-Educação Tematica. 2017.
e) FRIGOTTO, Gaudêncio (Org.) Escola “Sem” Partido: Esfinge que ameaça a educação e a sociedade brasileira. Rio de Janeiro : UERJ, LPP, 2017.
http://ifg.edu.br/attachments/article/7536/A%20g%C3%AAnese%20das%20teses%20do%20Escola%20sem%20Partido%20esfinge%20e%20ovo%20da%20serpente%20que%20amea%C3%A7am%20a%20sociedade%20e%20a%20educa%C3%A7%C3%A3o%20%E2%80%93%20Gaud%C3%AAncio%20Frigotto.pdf
f)Projeto de lei – Escola sem partido
https://legis.senado.leg.br/sdleg-getter/documento?dm=3410752&ts=1545350833160&disposition=inline
Atividade: Elaborar 3 ideias interessantes retiradas do texto ou do documentário. (Atividade individual 8)
Dia 30 (Aula 11) – Tema 8 - Reformas Educacionais no Governo Lula: movimentos sociais e os novos sujeitos da educação
Bibliografia:
a) OLIVEIRA, Dalila Andrade. As políticas educacionais no governo Lula: rupturas e permanências. RBPAE – v.25, n.2, p. 197-209, mai./ago. 2009.
b) MOTTA, Thalita Cunha; AZEVEDO, Janete Maria Lins. Uma análise de conjuntura dos governos FHC e Lula e suas políticas Educacionais. https://www.fundaj.gov.br/images/stories/epepe/IV_EPEPE/t5/C5-20.pdf
c) FRIGOTTO, Gaudêncio; Ciavatta, MARIA; RAMOS, Marise. A Politica de Educação Profissional no Governo Lula: um percurso histórico convertido. Educação Sociedade, Campinas, vol. 26, n. 92, p. 1087-1113, Especial - Out. 2005
https://www.scielo.br/scielo.php?pid=s0101-73302005000300017&script=sci_arttext
d) Documentário: Os 13 anos do Governo do PT, produzido pela TV Folha em 13 de dez. 2015.
Em 13 anos no poder, Partido dos Trabalhadores patrocinou distribuição de renda histórica e desajuste recorde nas contas do país; renda dos mais pobres aumentou 129% e dos mais ricos, 32%. Só 24% aprovam a gestão petista.
https://www.youtube.com/watch?v=l53vEk0Qt6U
Atividade: Elaborar 3 ideias interessantes retiradas do texto ou do documentário. (Atividade individual 9)
Julho
Dia 07 (Aula 12) – Tema 9 – Reforma do Ensino Médio
Bibliografia
1)Entenda o que diz a proposta de Reforma do Ensino Médio. http://www.ebc.com.br/educacao/2016/10/entenda-reforma-do-ensino-medio
2)DOMINGUES, José Juiz; TOSCHI, Nirza Seabra; OLIVEIRA, João Ferreira. A reforma do Ensino Médio: A nova formulação curricular e a realidade da escola pública
Educação & Sociedade, ano XXI, nº 70, Abril/00. http://www.scielo.br/pdf/es/v21n70/a05v2170
3) Base Nacional Curricular Comum do Ensino Médio. Documento do Ministério da Educação.
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/wpcontent/uploads/2018/04/BNCC_EnsinoMedio_embaixa_site.pdf
4) FERRETI, Celso João. A reforma do Ensino Médio e sua questionável concepção de qualidade da educação. Estudos Avançados. vol.32 no.93 São Paulo May/Aug. 2018
https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-40142018000200025&script=sci_arttext
5) DANTAS, Jéferson Silveira. O Ensino Médio em disputa e as implicações da BNCC para a área das Ciências Humanas. Universidade e Sociedade #61. ANDES-SN n janeiro de 2018
http://portal.andes.org.br/imprensa/publicacoes/imp-pub-1969232834.pdf
Atividade: Elaborar 3 ideias interessantes retiradas do texto ou do filme. (Atividade individual 10)
Dia 14 (Aula 13) – Unidade II - Sujeitos da Educação: professores, alunos e família
Temática: História da formação docente; valorização do magistério; papel do professor (relação entre professor e aluno); indígenas, negros; mulheres e pessoas deficientes.
Tema 1 – História da formação do professor e a valorização do magistério.
Atividade - Apresentar e debater o Filme “Entre os Muros da Escola"
O filme “Entre os muros da escola” retrata o ambiente escolar na sua totalidade, uma escola francesa, onde em uma sala de aula com alunos entre 13 e 15 anos, adolescentes com suas questões, esse grupo é composto por negros africanos, latino-americanos, asiáticos e franceses.
O professor François Marin, interpretado por François Bégauden, que é também autor do livro de mesmo nome do filme, tem como meta fazer com que os alunos, além de aprenderem o idioma pátrio francês, assumam uma postura de turma homogênea, tarefa quase impossível dado a diferenças dos alunos no que diz respeito à multiplicidade comportamental da classe, pela formação cultural, econômica e, sobretudo racial.
Ele chama a atenção dos alunos para participação do processo ensino/ aprendizagem, mostrar que eles estão realmente aprendendo. Nos conselhos escolares, busca valorizar o que cada aluno tem de bom, procurando entender também o que leva ou levou o aluno ao ato de indisciplina (caso do Soyleumane).
Destacam-se as atuações da personagem Khoumba, afro descendente, que é uma aluna chamada de desobediente e sem disciplina, por se recusar a atender uma ordem do professor. Esmeralda, mestiça, contesta o professor, sendo que faz parte do Conselho de Classe, e, sobretudo há a atuação do aluno Soyleumane, um garoto problemático que vive em conflito com os professores e com os seus colegas.
No Conselho de Classe os professores discutem sobre o desempenho dos alunos, avaliando os mesmos, e fazem um planejamento. O conselho conta com participação de duas integrantes da turma, supostamente para ajudar, mas não é isso que acontece, pois elas dão muitas risadas, tirando a atenção dos professores.
O filme francês se destaca para nós brasileiros com um problema bem pessoal de países que recebem imigrantes seja pelo xenofobismo exacerbado, contra imigrantes ou contra pessoas vindas de ex-colônias, um caso isolado é o do estudante e de origem chinesa que tem certa aceitação por parte da escola pelo esforço de aprender a língua francesa e o drama da deportação da família por estarem ilegais no país e os professores temem pela perda do aluno, tentando ajudá-lo.
O filme tem muitos pontos de contato com a realidade brasileira, cito: O conflito entre professores e alunos, a agressividade dos educandos, a falta de interesse dos mesmos em relação aos estudos e a não obediência ao educador; com o conflito do professor que para impor sua autoridade leva um aluno (Soyleumane) ao Conselho de Disciplina, mesmo sabedor de que este ato será irreversível e provocará a expulsão dele e sua entrada na marginalidade social.
Essa realidade nos leva a repensar sobre o papel da influência do professor no presente e futuro dos alunos, e que devemos sempre nos manter em equilíbrio e servirmos de bom exemplo e de guia para nossos alunos, mesmo que não sejamos recompensados por isso.
Atila Raphael
Arindo Siston Junio
Bibliografia:
1)DAYRELL, João Guilherme. Entre os muros da escola: exílio, multiculturalismo e zonas de contato.Interdisciplinar.Ano 5, v. 10, jan-jun de 2010, p. 405-416.
http://200.17.141.110/periodicos/interdisciplinar/revistas/ARQ_INTER_11/INTER11_32.pdf
a) BARRETTO, Elba Siqueira de Sá .Políticas de formação docente para a educação básica no Brasil: embates contemporâneos. Revista Brasileira Educação. (online). 2015, vol.20, n.62, pp.679-701.
https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S141324782015000300679&script=sci_abstract&tlng=es
b) LAPO, Flavinês Rebolo e BUENO, Belmira Oliveira. Professores, desencanto com a profissão e abandono do magistério. Cadernos de Pesquisa, mar. 2003, no.118, p.65-88. www.scielo.br/pdf/%0D/cp/n118/16830.pdfAtividade: Elaborar 3 ideias interessantes retiradas do texto (Atividade individual 11)
Dia 21 - (Aula 14) – Tema 2 - Sujeitos da Educação – questão da diversidade étnico racial
Bibliografia:
a) GOMES, Nilma Lino. Relações Étnico-raciais, educação e descolonização dos currículos. Currículo sem Fronteiras, v.12, n.1, pp. 98-109, Jan/Abr 2012
https://d1wqtxts1xzle7.cloudfront.net/45413987/5_Gomes_N_L_Rel_etnico_raciais_educ_e_descolonizacao_do_curriculo.pdf?1462562801=&response-content-disposition=inline%3B+filename%3DRELACOES_ETNICO_RACIAIS_EDUCACAO_E_DESCO.pdf&Expires=1620272184&Signature=ET4isIAZ7d7vS2JII4yFTrTpjcU430uytYygjGUem3MpdojjwwvlmkpCDs0CMoO3kbF5pG4RvwPew-bYZClBiE7baGcl6j0fqnozroGUEasnpRebee-GM9P2xPumapl8AYPohtEhvHuXry1lif4AAO~HQ7ri9WgUEKcMVIl~teNeg6sQyMOmom4iv4HV9deXGrYBsibnudsJXFt0qRGyQEDzgGa9gFvGWJ4nRi-SdsxTR5DMezpgoZoikkaOuSh6OAJoBhv9MmvvHQcfGygBabJyfTZFOKUTIcKorGkD7OYx-dz3BGWb3G6b9wJG8f2d-ws50nZmpwQzKl-lCLBLRQ__&Key-Pair-Id=APKAJLOHF5GGSLRBV4ZA
b) RAMOS, Marise Nogueira; ADAO, Jorge Manoel; BARROS, Graciete Maria Nascimento. Diversidade na educação: reflexões e experiências. Brasília: Secretaria de Educação Média e Tecnólogica. 2003. 170p.
http://forumeja.org.br/sites/forumeja.org.br/files/Diversidade-na-educaCAo-reflexOes-e-experiências_Marise_Ramos.pdf#page=69
b) Entrevista – Profa. Dra. Nilma Lino Gomes – Programa Diversidade
O repórter Leandro Pedrosa entrevista Nilma Lino Gomes, pedagoga brasileira. Nilma tornou-se a primeira mulher negra do Brasil a comandar uma universidade pública federal, ao ser nomeada reitora da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB), em 2013. Tem se posicionado, frequentemente, na luta contra o racismo no Brasil. Em 2 de outubro de 2015 foi nomeada pela presidente Dilma Rousseff para ocupar o novo Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos, que uniu as secretarias de Políticas para Mulheres, Igualdade Racial, Direitos Humanos e parte das atribuições da Secretaria-Geral. Permaneceu no cargo até o dia do afastamento de Dilma pelo Senado Federal. Realizada em 11 de setembro de 2019
https://www.youtube.com/watch?v=-6mNGmegaOA
Atividade: Elaborar 3 ideias interessantes retiradas do texto ou da entrevista. (Atividade individual 12)
Dia 28 (Aula 15) – Tema 3 - Educação Escolar Indígena e Escola do Movimento Sem Terra
Bibliografia:
a) COHN, Clarice. Educação escolar indígena: para uma discussão de cultura, criança e cidadania ativa. Perspectiva, Florianópolis, v. 23, n. 02, p. 485-515, jul./dez. 2005 file:///C:/Users/MAURILANE/Downloads/9804-29234-1-PB.pdf
b) Vídeo: Educação Escolar Indígena 18 de nov. de 2010
https://www.youtube.com/watch?v=cWUZCJQZlRw
Atividade: Elaborar 3 ideias interessantes retiradas do texto ou do vídeo
Escola do Movimento Sem Terra
Bibliografia:
a) CALDAR, Roseli Salete. O MST e a formação dos sem terra: o movimento social como princípio educativo. Estudos Avançados. 2001, vol.15, n.43, pp. 207-224. (http://www.scielo.br/pdf/ea/v15n43/v15n43a16.pdf)
b) Vídeos:
1) Angela Davis na Escola do MST
Durante visita a Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF), Angela Davis parabeniza a luta pela terra e fala sobre a importância das relações entre raça, classe e gênero em entrevista ao MST. https://www.youtube.com/watch?v=ZiY2MXZ7yKk2)
2) Programa Brava Gente Brasileira – Tema Escola do Movimento Sem Terra
https://www.youtube.com/watch?v=jg-fuTVLUEc
Atividade: Elaborar 3 ideias interessantes retiradas do texto ou do vídeo (Atividade individual 12);
Encerramento do Curso
Linha do Tempo da História da Educação no Brasil
https://www.youtube.com/watch?v=VoTX8_pPrQE
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